terça-feira, 4 de outubro de 2016

CLADOGRAMA MOSTRANDO AS RELAÇÕES ENTRE AS METÁFITAS

 RELAÇÕES FILOGENÉTICAS ENTRE OS METÁFITAS

RELACIONAMENTO E ALGUNS REPRESENTANTES DO REINO METÁFITA 
 CLADOGRAMA MOSTRANDO AS RALAÇÕES ENTRE AS DIVISÕES DOS METÁFITAS E SUAS APOMORFIAS

Cladograma mostrando as divisões dos Metáfitas e suas apomorfias e o declínio do gametófito a medida que a evolução prossegue em direção às Angiospermas.

Nas Bryophytas o gametófito é duradouro e o esporófito é efêmero, i.e., desaparece depois que produz os esporos, enquanto que nas Pteridophytas, Gymnospermae e Angiospermae o esporófito passa a ser duradouro e o gametófito efêmero (desaparecendo logo depois da fecundação da oosfera pelo anterozóide).
Cladograma mostrando a evolução da reprodução no reino Metáfita, e as apormorfias de cada divisão.

Apomorfias  de cada divisão

I- Matrotrofia - Oosfera (gameta feminino) e embrião retido no arquegônio do gametófito feminino.
II- Corpo formado por um talo, fase gametofítica duradoura e geração esporofítica efêmera, sem orgãos diferenciados, anterozóide flagelado.
III- Tecidos especializados - Vasos condutores de seiva, Meristema, órgãos especializados (raiz, caule e folhas), anterozóide flagelado.

IV-  Gametófito = Prótalo hermafrodita (gametófito cordiforme nas samambaias), geração gametofítica efêmera.
V- Semente - (embrião protegido pelo tecido do gametófito), surge o tubo polínico (sifonogamia, independência da água para reprodução) , endosperma primário (é um tecido formado a partir do megagametófito, portanto é um tecido haplóide).  
VI- Semente nua - folhas modificadas em estróbilos (cones) produtoras de esporos.
VII- Flor e fruto - dupla fecundação, endosperma secundário (formado pela união dos dois núcleos polares do ovúlo com um dos núcleos gaméticos, sendo, portanto, um tecido triplóide 3n.

Grupamentos formados pelas divisões 
baseadas em suas características morfológicas e evolutivas

X- METÁFITA
Y- TRAQUEÓFITAS (Plantas vasculares; apresentam vasos condutores de seiva: XILENA e FLOEMA)

W- ESPERMATÓFITAS (FANERÓGAMAS) Plantas com sementes (FANERÓGAMAS: Plantas cujos orgãos reprodutivos são visíveis)

CRIPTÓGAMAS - grupo formado pelas BRIÓFITAS e PTERIDÓFITAS, pois apresentam orgão reprodutivos não visíveis.


CLADOGRAMA MOSTRANDO AS RELAÇÕES ENTRE OS VEGETAIS ATUAIS
Esse cladograma mostra que existe relacionamento entre as grandes divisões de plantas existentes, entretanto não deixa claro as relações existentes dentro das briófitas, embora elas compatilhem algumas importantes caracteristicas das algas ancestrais como a ausência de tecido verdadeiro e ausência de tecido vascular (condutor). 
(Fonte da figura: Campbel, N  e cols. BIOLOGIA. Porto Alegre, ARTMED, 8ª Edição. 2010.)

A vantagem dos gametófitos reduzidos 
Musgos e outras briófitas apresentam ciclos de vida dominados pelos GAMETÓFITOS e as pteridófitas e outras plantas vasculares sem sementes tem ciclos de vida dominados por ESPORÓFITOS. A tendência evolutiva da redução do gametófito continuou na linhagem das plantas vasculares que levou às espermatófitas (plantas com sementes). Enquanto os gametófitos das plantas vasculares sem sementes (briófitas e pteridófitas) são visíveis a olho nu, os gametófitos das plantas com sementes são geralmente microscópicos.
Essa redução no tamanho possibilitou uma importante inovação evolutiva nas plantas com sementes: seus pequenos gametófitos podem desenvolver-se a partir de esporos retidos no interior do esporângio do esporófito parental.  Esse arranjo protege o delicado gametófito feminino (que contém a OOSFERA) dos estresses ambientais.  Os tecidos reprodutivos hidratados do esporófito protegem o gametófito da radiação UV e da desidratação. Essa relação também possibilita que o gametófito dependente obtenha nutrientes do esporófito.  Em comparação, os gametófitos de vida livre das plantas sem sementes mantém-se por conta própria.
A figura RELAÇÃO GAMETÓFITO-ESPORÓFITO NAS DIFERENTES DIVISÕES DE PLANTAS compara as relações gametófito-esporófito nas plantas avasculares, nas plantas vasculares sem sementes e plantas vasculares com sementes.
(Fonte: Campbel, N  e cols. BIOLOGIA. Porto Alegre, ARTMED, 8ª Edição. 2010.)


Outras fontes
http://palaeos.com/plants/bryophyta/bryophyta.html 

http://www.seedbiology.de/evolution.asp




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